Divulgamos o livro "Paulistanidade e Educação: Práticas e Simbologia", organizado por Bruno Bontempi Jr. (USP) e Raquel Discini de Campos (UFU). 

O livro, segundo os organizadores, "trata das representações e das práticas que, em diferentes formas e graus realizaram com maior ou menor sucesso a inflexão educativa de uma ideologia política sobre uma população. As instituições escolares, por intermédio da ação de seus sujeitos, colaboraram decisivamente para a arquitetura da mística em torno do paulista, quer seja por meio dos currículos e livros oficiais, quer seja por meio das celebrações cotidianas desenvolvidas dentro e fora delas. Os materiais didáticos nelas adotados, as músicas e poesias apresentadas nos rituais cívicos, os monumentos erigidos em praça pública, as teses defendidas, os discursos proferidos e tantas outras práticas rotineiras ou excepcionais acabaram por tornar São Paulo conhecido como a “locomotiva da nação”, e seus habitantes, como legatários dos primeiros desbravadores dos sertões."

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